as novas fotos
Esqueci de avisar que todo o trabalho dos últimos 4 meses (mais de 100 ensaios, feitos em 5 paÃses!) começa a ir pro ar na semana que vem. Aleluia!
Professora é despedida por filme pornô
O que vc faria se descobrisse que a treinadora do time de volei da escola dos seus filhos fez um filme pornô há dez anos? O diretor da escola secundária Reidland nos USA se antecipou aos pais e mandou a (agora) jovem senhora Tericka Dye pro olho da rua. Detalhe, ela já trabalhava na escola há dois anos, e de repente não se presta mais a isso. A loirinha foi consolada (no bom sentido) por alguns pais e alunos.
É impressionante essa onda moralista hipócrita por lá, espero que não baixe por aqui.
Só pra constar: fazer filmes eróticos nos USA é uma atividade legal. Além de ser jóia!
Copa do Mundo e Garotas de Programa
Já ouviu falar de Christopher Smith? Não? Sorte sua. É um deputado ultra conservador (eufemismo pra ultra-moralista) republicano no congresso americano. O homem está infernizando a vida de chanceler alemã Angela Merkel.
A história é a seguinte: copa do mundo atrai muita gente (estima-se em 3 milhões de visitantes na alemanhã), a maioria homens. Homens gostam de? Ok, cerveja e futebol são legais, mas o assunto preferido ainda é mulher. E onde tem tanta testosterona sobrando, naturalmente, há prostituição. Na alemanhã essa é uma profissão legalizada. Trabalha-se, paga-se os impostos e há até sindicato da categoria.
Às cercas de 400.000 prostitutas alemãs legalizadas, espera-se o acrescimo de mais 40.000, a maioria vinda do leste europeu (desse assunto eu entendo, cada mulher de babar!). Para acomodar tanta gente, algumas cidades estão bancando a construção de MegaBordeis e emitindo licensas para trabalhar “na rua”. É isso mesmo, tudo certinho. Bem alemão.
Pois não é que o Smithão tá querendo que os USA classifiquem os Deutch como nação que “desrespeita os direitos humanos” por permitir a prostituição, que ele descreve como “tráfego de mulheres e crianças”. Olhe, deve até existir, porque disso há no mundo inteiro. Mas por lá, felizmente, dá uma cadeia comprida… Diferente de umas republicas tropicais que a gente bem conhece. Mas o grosso das profissionais do sexo na alemanha trabalha como está descrito: legalizadas e pagando impostos.
Eu não resisto ao trocadilho, mas a coisa vai esquentar qdo o aprendiz de Tio Sam olhar para Nevada (estado americano onde a prostituição tb é permitida em alguns condados).
Deu no NY Times
Lembram do Larry Rohter? Aquele jornalista americano que disse que o Lula era chegado a uma manguaça e, por isso, quase foi expulso do paÃs. Pois bem, a matéria dele hj no Times é sobre Bruna, the Little Surfer Girl. Isso mesmo, a mais que famosa Bruna Surfistinha. Num suposto mini-tratado psico-social, traça considerações sobre a sexualidade do brasileiro baseado no livro e experiências da ex-escort-girl.
Larry, eu sou fã da liberdade de expressão e também seu admirador. Mas dessa vez parece que vc descobriu a caninha.
Pra que quiser ler e/ou discordar:
http://www.nytimes.com/2006/04/27/world/americas/27letter.html?_r=1&oref=slogin
finalmente aconteceu…
perceberam que esse é o terceiro post do dia?
Finalmente aconteceu, a Chefinha tá com a macaca por causa dos paus no sistema de contos e saiu “distribuindo porrada”, que terminou com -E tem aquele inútil que nunca põe nada no blog!
O Chefinha, magoou! Não tá levando em conta que trabalho duro, digo, o trabalho duro de fotografar as gostosas, digo, beldades pro site.
Tá doida? Transe.
Um estudo publicado nos USA (e abusa) [piada nova, hum?] com 2000 mulheres de meia idade concluiu que saúde mental está relacionada a uma melhor vida sexual.
O trabalho da Universidade do Arizona relata ainda que 74% das mulheres de 40 a69 (poderia ser outra idade?) anos foram sexualmente ativas no último ano. Sendo que 37% mantem relações sexuais pelo menos uma vez ao mês e 33% semanalmente.
Então, coroas enxutas, se o maridinho tá te deixando insana, venham conhecer as delÃcias da vida com o fotógrafo e seu tele-objetiva.
falha no sistema de contos
Parece que houve uma falha no backup do sistema de contos eroticos essa madrugada e uma bela porção deles foi pro saco. O site está convocando todos os que publicaram no último mês para um multirão do texto pornô.
Mas como sempre há um ângulo positivo do qual se olhar, não seria muuuuuito pior se os textos aqui do blog tivessem sido perdidos? Heim? heim? Humm, melhor ninguém responder.
Resumindo, quem publicou conto nos últimos 30 dias, por favor, dirija-se à área de contos e poste-os novamente.
Desde já agradecemos a compreensão e ajuda de todos.
A bela e a fera feia
Enquanto não vêm os ensaios do novo ano, vou clicando… ao meu bel-desprazer.
Será que sabemos a diferença entre a bela e feia? Dizem, os estudiosos da mente humana, que belo é o simétrico. Adoramos simetria. Dois quadros de tamanhos iguais na parede, dois vasos, um em cada canto da sala, dois disso, dois daquilo. Quando a rebeldia assume partimos para o três. Primo, aquele que não se curva à simetria dual. Mas mesmo assim subvertemos sua imparidade e o tacamos ali no meio. São três quadros na parede, um deles dividindo a cena em duas. São três vasos na sala, marcando a diagonal. E por aà vamos. Belo, para os humanos, segundo os entendidos, é o simétrico.
Assim são os rostos e corpos que vemos. Bela é a narina sem desvio do septo. Retinha, ao meio. Os dois olhos perfeitamente iguais e sem aquele leve estrabismo que, no máximo, pode ser charmosinho na adolescente. A boca se divide em duas partes prontas para beijar igualmente.
Há experiências que comprovam. Toma-se um rosto não muito atraente e é feita uma montagem, um lado do rosto é espelhado no outro. Pronto! Como que não por um Pitangy mas por toda uma pitangueira, aparece alguém que provoca segundo olhar, e não aquele chocado, mas o docemente embasbacado. -É ela mesmo? Puxa, ficou bem melhor! Mas também, é Photoshop!
Mas tudo isso não explica a beleza real. Li uma vez que perguntaram à Cindy Crawford como era ser tão bela, e a resposta foi estonteante: -Você acha que eu acordo parecida com a Cindy Crawford?
Não, ela acorda como nós: baba ressequida no canto da boca, aquele hálito de ontem, uma marca de travesseiro cortando bem no meio da bochecha, digna de um scarface, e o cabelo mais espetado que o do Cebolinha. Mas em minutos algo acontece. Você, eu e a feia (aquela da escola, lembra?) ainda parecemos um ogro manco, um olho pra Lua e outro perdido no espaço, aquele fio de cabelo que não pára no lugar certo e, se parar, vai entrar no ouvido e coçar como cachorro sarnento. Mas alguns minutos depois algo acontece.
A bela conhece cada pedaço do próprio corpo e o que precisa ser escondido ou enaltecido. Uma correntinha no tornozelo, um pozinho disso ou daquilo aqui e ali, os brincos. Já viu as mãos de uma beldade? São sempre perfeitas. Já as da feia, são roidas (acredite, quase tão ruins quanto as minhas!). A feia quando ajeita o cabelo tem sempre aquele fio que se recusa a parar no lugar. Com a bela é, claro, um pouco diferente: tem aquela mechinha que fica charmosamente rebelde. E ela valoriza, puxando para trás da orelha com um sorriso (quase) tÃmido. Bela é aquela que sabe se valorizar.
E já que estamos no assunto, impossÃvel não falar daquelas duas dos tempos da facú. A Fabi e a Marcinha. A Marcinha era baixinha, a Fabi mignon. A Marcinha, desastrada, a Fabi, engraçada(inha). A Marcinha, tadinha, era burra mesmo. A Fabi, tinha montes de esforçados professores particulares, todos nós loucos por uma aula tete a tete. A Marcinha tinha 1,50m de altura por 1,50m de diâmetro. A Fabi tinha 1,55m de altura e o corpo equilibrado entre o côncavo e o convexo. A Marcinha era feia. A Fabi, ahh a Fabi…
E se regredimos ainda mais, pros tempos da escola? No jogo de queimada a feia levava na cara mesmo. Se usasse aparelho então, coitada, era tiro ao alvo. Já a bela, levava uma boladinha de intensidade mediana no (onde mais poderia ser?) bumbum. E ela, microsegundos antes de ser atingida, virava de ladinho, dobrava um pouco a perna e soltava um gritinho que parecia música. Já a feia, esganiçava e berrava como uma louca até que, CABOOOM! Era atingida sem dó nem piedade. E todos rÃamos. Ela ria também, pra mostrar espÃrito esportivo ou alguma graça. Nem que fosse ela a piada. Porque feia de mal com a vida não dá.
E agora, o grande final. Se chegou até aqui é porque espera uma conclusão redentora. Ou a vingança da feia, ou do cérebro da feia. Mas não há nada. Nunca houve. Como disse antes, esse blog é pro que me der na telha. E ainda não aconteceu de querer concluir essa “tese”. Sei, acabar um texto sem fim é uma coisinha feia.
Adriana Pimenta
Conforme prometido, acabei de publicar as novas da Adriana Pimenta. Tem um tira-gosto na página dela.
Posso afirmar que a Dri tá ainda mais gostosa, continua magrinha mas a bundinha tá uma beleza. Dêem uma olhada na foto aà embaixo em que ela tá sentada na cadeira.
E agora ela tá meio ruiva, pra quem gosta de um foguinho ardido é imperdÃvel. Confiram!
Playboy some com umbigo
Essa é sensacional. Deu na coluna ooops!, publicada na folha on line, pelo jornalista Ricardo Feltrim.
De tanto retocar fotos (lembram da pele de boneca da Hortência?) o pessoal da Playboy já está querendo reescrever os livros de anatomia. No ensaio da contorcionista Andreza sumiram com o umbigo da moça. É tanto photoshop, tanto mata-borrão, tanta correção que levaram junto o buraquinho. A foto está na página 129 da última edição da revista. E a comparação pode ser feita aà embaixo, numa foto duas páginas antes vemos uma bela barriguinha com um piercing no umbigo, duas depois, cadê o umbiguinho, o piercing e todo o resto? O diretor de arte levou…
